Maria Stuart – Friedrich Schiller.
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Descrição
“Friedrich von Schiller foi um historiador, poeta e dramaturgo alemão, nascido na fé luterana em 10 de novembro de 1759, em Marbach,
Wurttemberg.
Recebeu formação em psicologia e medicina, mas seu interesse principal residia em escrever peças teatrais e trabalhos teóricos. A vida de
Schiller dividiu-se em dois períodos e atividade dramática, separados por dez anos de silêncio. Cada período de sua atividade dramática revela
pontos-de-vista diferentes em seu próprio desenvolvimento do drama.
O primeiro período enfatiza seu ideal de liberdade moral. Este ideal surgiu de suas próprias experiências com a tirania e foi fortemente
influenciado pelo idealismo kantiano. Schiller via em Kant o homem que salvara a liberdade. O princípio de liberdade moral, como posto por Kant,
é o de que somente criando e atuando leis morais para si é que um homem pode se provar superior às leis da natureza, às quais permanece
sujeito. Rejeitando as fronteiras que a natureza nos impõe, um indivíduo pode se tornar seu próprio mestre, garantindo-se liberdade moral.
Em seus dramas iniciais, Schiller criou um mundo em que estas idéias adquirem uma vívida realidade. O dualismo é evidente no conflito entre o
protagonista e as forças que lutam contra sua liberdade. Este conflito trágico do protagonista serve para estimular o senso de liberdade moral e
para inspirar a audiência por seu exemplo. O herói livremente escolhe uma situação trágica que lhe permite afirmar sua liberdade moral.
O período dramático de Schiller de liberdade moral durou até 1788. Foi então que se seguiram dez anos de silêncio. Durante este hiato, Schiller
foi constantemente assediado por débitos e doenças. Em 1791 foi atacado de pleurisia e pneumonia das quais nunca se recobrou plenamente.
Sua única fonte de renda era de jornais nos quais seus trabalhos eram publicados.
Foi então que Schiller voltou suas atenções para se tornar um historiador profissional. Crê-se que ele não estava seriamente interessado na
história por si mesma, mas para através dela construir sua imaginação poética. História era intrigante para Schiller porque preenchia uma lacuna
em seu conhecimento. Ele conquistou um posto não remunerado como professor de história em Iena. Ele também se tornou familiar com os
historiadores francês e inglês Voltaire e Watson. Todavia, em seus escritos, Schiller freqüentemente desprezava as fontes reais e dava sua
própria interpretação do momento histórico.






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