O Nascimento da Ciencia Moderna na Europa – Paolo Rossi.
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Descrição
O clima cultural efervescente que foi berço dos grandes paradigmas do pensamento científico europeu é aqui analisado em toda a sua miríade
de nuanças que acabaram por constituir as diversas ciências hoje conhecidas. Época sui generis, o século XVII assistiu a brilhantes carreiras de
cientistas, atualmente consagrados, se desenvolverem fora das universidades.
É sobre este período em permanente ebulição que Paolo Rossi se debruça neste livro, estudando as frequentes e riquíssimas polêmicas
havidas entre cientistas, que trabalhavam e pesquisavam fora das academias, e o próprio mundo acadêmico. Ao mesmo tempo, aponta fatos
que enriquecem sua análise, como queimas de supostas bruxas e ação de tribunais da Inquisição, situando-os numa Europa cruzada por
sucessivas ondas de mercenários, artesãos, prostitutas, na qual certa camada social está tomando consciência de que “por meio da própria
obra está nascendo algo”.
A característica de novidade dos empreendimentos do período, encetados nas mais diversas áreas, expressa-se nos títulos das principais
obras do período no termo “novo”.
E a função cultural desta novidade, repercutida nos séculos posteriores, é aqui brilhantemente enfocada em sua dimensão social.O clima cultural efervescente que foi berço dos grandes paradigmas do pensamento científico europeu é aqui analisado em toda a sua miríade
de nuanças que acabaram por constituir as diversas ciências hoje conhecidas. Época sui generis, o século XVII assistiu a brilhantes carreiras de
cientistas, atualmente consagrados, se desenvolverem fora das universidades.
É sobre este período em permanente ebulição que Paolo Rossi se debruça neste livro, estudando as frequentes e riquíssimas polêmicas
havidas entre cientistas, que trabalhavam e pesquisavam fora das academias, e o próprio mundo acadêmico. Ao mesmo tempo, aponta fatos
que enriquecem sua análise, como queimas de supostas bruxas e ação de tribunais da Inquisição, situando-os numa Europa cruzada por
sucessivas ondas de mercenários, artesãos, prostitutas, na qual certa camada social está tomando consciência de que “por meio da própria
obra está nascendo algo”.
A característica de novidade dos empreendimentos do período, encetados nas mais diversas áreas, expressa-se nos títulos das principais
obras do período no termo “novo”.
E a função cultural desta novidade, repercutida nos séculos posteriores, é aqui brilhantemente enfocada em sua dimensão social.






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