Brasil – Estados Unidos: A rivalidade emergente

R$0.00 OUÇA COM ASSINATURA ILIMITADA

mp-logo-hand-shake
Até 12x com Mercado Parcelado. Saiba mais
Compre com Mercado Pago sem cartão e pague por mês
1
Adicione seu produto ao carrinho e, na hora de pagar, escolha “Mercado Parcelado”.
2
Inicie uma sessão no Mercado Pago.
3
Escolha a quantidade de parcelas que melhor se adaptam a você e pronto!

Crédito sujeito à aprovação.

Tem dúvidas? Consulte nossa Ajuda.

Aproveite este e milhares de audiolivros, videoaulas e e-books com a Assinatura Ilimitada.

  • Marca de Verificação "Eleita a melhor loja de Audiolivros do Brasil"
  • Concluído Garantia de Satisfação
  • Marca de Verificação 7 dias de Garantia
  • Marca de Verificação Compre e baixe agora
Pagamento Seguro
  • Visa Card
  • MasterCard
  • American Express
  • Discover Card
  • PayPal
SKU: EBO04657 Categorias: ,

Descrição

O estudo revela que a “tradicional amizade” entre os dois países sempre constituiu um estereótipo ideológico manipulado com o objetivo de influenciar a política exterior do Brasil. Baseado em ampla documentação, Moniz Bandeira mostra como o relacionamento entre as duas potências das Américas nem sempre foi suave e tranquilo. No século XIX, o Brasil suspendeu três vezes (1827, 1847 e 1869) as relações diplomáticas com os Estados Unidos, e não aceitou, passivamente, sua hegemonia, ainda que, até a primeira metade do século XX, dependesse das exportações para o gigante norte-americano. As necessidades da industrialização, impulsionada pelo presidente Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954), agravaram as contradições com os Estados Unidos, o que concorreu decisivamente para o golpe militar de 1964. O “breve e aberrante interlúdio”, conforme o embaixador americano John Crimmins qualificou o governo do marechal Humberto Castelo Branco, por seu “alinhamento automático” com os Estados Unidos, e os interesses econômicos do Brasil determinaram o reaparecimento das contradições. Os atritos chegaram ao seu ápice com a assinatura do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha (1976) e a ruptura do Acordo Militar com os Estados Unidos, pelo governo do general Ernesto Geisel, em 1977.

Brasil – Estados Unidos: a rivalidade emergente (1950-1988) não constitui uma obra isolada. Ela é parte de um conjunto, que começa com Presença dos Estados Unidos no Brasil (Dois séculos de histórias) e no qual se integram As relações perigosas: Brasil – Estados Unidos (De Collor a Lula); Brasil, Argentina e Estados Unidos -Conflito e integração na América do Sul (Da Tríplice Aliança ao Mercosul); e Formação do Império Americano (Da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque), entre outras.

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “Brasil – Estados Unidos: A rivalidade emergente”

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *